História do corte plasma

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O plasma é definido como o quarto estado da matéria, entre sólido, líquido e gasoso. A diferença primordial de tais  estados é justamente o nível de energia que cada um deles contém que implicará também na temperatura e características elétricas. Tal processo é chamado de ionização, pois há criação de elétrons e íons entre os átomos do gás, tornando-o em “plasma”.

Após a 2ª Guerra Mundial, diversas inovações surgiram para unir e cortar metais, entre elas o corte com plasma. Engenheiros e técnicos descobriram, como explicamos acima que seriam capazes de aumentar a temperatura de um gás passando-o por um choque elétrico.

Foi na década de 50 que outros processos de corte a plasma surgiram, como o arame tubular, similar ao MAG. Mais tarde, em 68, a inovação de injeção de água  entre o bico e o bocal frontal permitiu o corte de metais condutores não ferrosos e em 83, a tecnológica com oxigênio tornou-se industrialmente viável. O corte plasma, desde então, passou a ser utilizado para cortar metais condutores como alumínio e o aço inoxidável.

Dias Atuais

Nos dias atuais, essa tecnologia continua a ser utilizada em decorrência do seu corte rápido e de baixo custo – presente em tanto em indústrias metalúrgicas como em pequenas serralherias.

Outra novidade do segmento são as máquinas de solda plasma CNC que garantem alta definição e precisão no corte e solda. Além disso, uma série de consumíveis plasma são usados para otimizar os resultados do corte plasma como os anti respingos.