CORONAVÍRUS: QUEM TEM BARBA É MENOS PROTEGIDO PELAS MÁSCARAS?

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O surto de coronavírus tem se tornado um dos assuntos mais comentados na atualidade, levando muitas pessoas, devidamente preocupadas, a usarem máscaras de proteção como forma de amenizar a possibilidade de espalhar ainda mais a doença que já matou mais de 3 mil pessoas. No entanto, principalmente entre homens, surgiu o questionamento sobre a eficiência da prática quando há no rosto uma barba volumosa, com muitos pelos.

Para responder a essa questão, um grupo de pesquisadores do Centro para o Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), agência estadunidense, apontou cientificamente se os pelos podem atrapalhar o bom funcionamento da máscara de proteção. O estudo é importante nesse contexto da epidemia do coronavírus para que entender como se proteger de verdade no caso de pessoas com barba.

(Fonte: Burnaby Now/Reprodução)
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Conclusões do estudo

De acordo com os especialistas, a quantidade de pelos faciais influencia diretamente na eficiência que a máscara tem de proteger contra males que se proliferam pelo ar, aumentando de forma considerável o risco de contração. Além disso, os pesquisadores apontam que a própria barba não pode servir como uma espécie de filtro natural para o indivíduo, já que possui uma densidade relativamente baixa, incapaz de atuar como um mecanismo de proteção.

Como uma forma de tornar o processo mais compreensivo, a equipe do CDC divulgou um infográfico que aponta diferentes modelos de barbas e bigodes, especificando aqueles que devem ser evitados no contexto do coronavírus para que a máscara possa ser usada em seu completo potencial de proteção.

De modo geral, quanto menor a quantidade de pelos faciais, mais seguro.