“Mudei meu destino ao decorar texto errado”, revela atriz Global

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Isabelle Drummond não parou de trabalhar desde que fez a boneca Emília no Sítio do Picapau Amarelo, entre 2001 e 2007. Desde então, foram nove novelas, uma minissérie e um filme. Aos 22 anos, a atriz afirma que não planejou tanto trabalho, mas abraçou as oportunidades que teve depois de um golpe de sorte em sua vida. “Mudei meu destino ao decorar o texto errado”, revela.

Ainda criança, Isabelle iria fazer teste para ser a Narizinho, mas se decorou o texto de Emília e se apresentou como candidata ao papel da boneca de pano que vira gente. “Fui bem abençoada com as situações em que caí. São coisas que acontecem de repente e mudam a vida. Se eu tivesse feito a Narizinho, talvez a minha carreira não fosse essa”, reflete.
Isabelle Drummond (Emília) com Dhu Moraes (Tia Nastácia) no Sítio do Picapau Amarelo (Divulgação)
Em Novo Mundo, a nova novela das seis, ela reencontra dois parceiros da época do Sítio do Picapau Amarelo. César Cardadeiro, que fez o Pedrinho entre 2001 e 2004, e Dhu Moraes, a Tia Nastácia. Ele será Hugo, um personagem que entrará mais para a frente. Já Dhu interpretará Idalina, uma escrava que sabe muito segredos.

“Perdi o contato com o César. Coisas da vida. Trabalhamos uns dois ou três anos juntos, mas ali era uma família, todo mundo se ama até hoje, tenho certeza. São pessoas muito queridas. Vai ser bom voltar a conviver com ele e a Dhu”, diz.

Mocinha com sotaque
Na trama que estreia na próxima quarta (22), Isabelle será a mocinha Anna. Professora de português da princesa Leopoldina (Letícia Colin), ela embarcará ao Brasil. No navio, se apaixonará por Joaquim (Chay Suede).

Depois, ela sofrerá muito ao achar que ele morreu assim que chegou ao Novo Mundo. Desde o primeiro capítulo, Anna se tornará alvo do vilão Thomas (Gabriel Braga Nunes). Após uma passagem de quatro anos, a personagem já surgirá noiva do mau-caráter.

“Ela tem um olhar muito especial de ver o mundo, então ela acaba reproduzindo isso em aquarelas, escrevendo. Anna é muito diferente das mulheres da época, que costumavam só costurar e ler. Ela é questionadora, é corajosa, gosta de transformar as situações. É muito interessante fazer uma mulher assim”, conta.

Apesar de ser professora de português da princesa, Anna é inglesa e carregará o drama de buscar saber o que aconteceu com seu pai, que desapareceu misteriosamente em uma expedição no Brasil. “O sotaque dela é britânico, mas ela fala português também porque a babá dela era portuguesa, então acaba que ela mistura isso. É diferente”, explica a atriz. (Notícias da TV)

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