Essa ilusão de ótica revela como funciona o seu cérebro

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Nosso cérebro é muito inteligente e perspicaz, mas é igualmente fácil de enganar. Prova disso é que constantemente estamos caindo nesses truques que envolvem ilusões de ótica. Elas são as responsáveis por nos fazer ver coisas que, teoricamente, “não existem” ou interpretar algo de forma incorreta, de acordo com nossa percepção das coisas.

As ilusões de ótica podem aparecer naturalmente, sem nenhuma intervenção humana. Um exemplo disso é quando enxergamos coisas nas nuvens. Mas as ilusões também podem ser criadas. Uma das ilusões com qual lidamos diariamente está nas televisões, que na verdade são um amontoado de imagens estáticas que quando movidas rapidamente, dão a impressão de que há movimento.

Pontos perseguidores

Quando começamos a assistir o vídeo acima, temos a impressão de que o ponto vermelho está perseguindo o azul. Instantes depois, o jogo vira e o ponto vermelho parece perseguir o azul. No entanto, a segunda parte do vídeo nos surpreende ao esclarecer que não existe nenhuma perseguição ocorrendo ali.

O que vemos então? A verdade é que os pesquisadores colocaram um fundo que se move e muda de posição. Os pontos na verdade, não percorrem a tela ou o mapa. Um deles é estático no centro, no início do vídeo o ponto vermelho está nessa posição, enquanto que o vermelho apenas gira ao seu redor. Não existe nenhuma perseguição de fato, nem sequer simulada.

Explicação para a sensação de perseguição

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que nosso cérebro atribui traços humanos a seres inanimados. Como se os objetos tivessem alguma intenção ou emoção, como nós humanos. Pare para refletir, porque um ponto perseguiria outro? Percebe que não existe uma explicação lógica para isso, já que se tratam de seres inanimados.

O estudo ajudou a entender melhor como funciona nossa percepção sensorial e como as interpretamos. Além de ser uma importante ferramenta para entender doenças neurológicas e que estão diretamente ligadas ao funcionamento do nosso cérebro e da nossa visão.

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